quinta-feira, agosto 27, 2009
Simples
Não passo saia justa para solicitar vinhos. Como gosto muito de beber, e bem, um bom e honesto vinho, na dúvida, e diante do sommelier digo: -sugira um bom e honesto vinho que acompanhe o cardápio e mais importante, que ele caiba no meu bolso! Delícias.
quarta-feira, fevereiro 04, 2009
By Ana Carolina
O Avesso dos Ponteiros.
Sempre chega a hora da solidão
Sempre chega a hora de arrumar o armário
Sempre chega a hora do poeta a plêiade
Sempre chega a hora em que o camelo tem sede
O tempo passa e engraxa a gastura do sapato
Na pressa a gente não nota que a luta muda de formato
Pessoas passam por mim pra pegar o metrô
Confundo a vida ser um longa metragem
O diretor segue seu destino de cortar as cenas
E o velho vai ficando fraco esvaziando os frascos
E já não vai mais ao cinema
Tudo passa e eu ainda ando pensando em você
Penso quando você partiu assim sem olhar para trás
Como um navio que vai ao longe e já nem se lembra do cais
Os carros na minha frente vão indo e eu nunca sei pra onde
Será que é lá que você se esconde
A idade aponta na falha dos cabelos
Outro mês aponta na folha do calendário
As senhoras vão trocando o vestuário
As meninas viram a página do diário
O tempo faz tudo valer á pena
E nem o erro é desperdício
Tudo cresce e o início
Deixa de ser início
E vai chegando ao meio
Ai, começo a pensar que nada tem fim...
quarta-feira, janeiro 28, 2009
Nostalgia
Agenda
O tempo, é de fato "O Grande Escultor".
Ainda mais quando se refere a Alma Humana.
Este é que vai esculpindo o corpo com o seu passar;
Vai moldando os hábitos, genios e modos;
Vai talhando o Ser para o Bem e para o Mal;
Talha-o para melhor ou pior;
A maior ou a menor;
Esculpe sentimentos, desejos, emoções,
E Lembranças.
Define ao longo (do Tempo) Prioridades.
Escreveria duas mil linhas sobre as transformações
Que o Tempo é capaz de desenhar,
E nós de Sentirmos.
Sinto saudades do Tempo em que havia a
Lembrança do envio de uma Agenda autografada.
Como Grande Escultor, o Tempo privilegia o meu Ser
esculpindo-o com sentimentos de
Nostalgia.
sábado, janeiro 17, 2009
By C. Veloso
Força estranha
Eu vi um menino correndo
Eu vi o tempo
Brincando ao redor
Do caminho daquele menino
Eu pus os meus pés no riacho
E acho que nunca os tirei
O sol ainda brilha na estrada
Que eu nunca passei
Eu vi a mulher preparando
Outra pessoa
O tempo parou pra eu olhar
Para aquela barriga
A vida é amiga da arte
É a parte que o sol me ensinou
O sol que atravessa essa estrada
Que nunca passou
Por isso uma força
Me leva a cantar
Por isso essa força estranha no ar
Por isso é que eu canto
Não posso parar
Por isso essa voz tamanha
Eu vi muitos cabelos brancos
Na fronte do artista
O tempo não pára
E no entanto
Ele nunca envelhece
Aquele que conhece o jogo
Do fogo das coisas que são
É o sol, é o tempo, é a estrada
É o pé e é o chão
Eu vi muitos homens brigando
Ouvi seus gritos
Estive no fundo
De cada vontade encoberta
E a coisa mais certa
De todas as coisas
Não vale um caminho sob o sol
E o sol sobre a estrada
É o sol sobre a estrada, é o sol
Por isso a força
Me leva a cantar
Por isso essa força estranha no ar
Por isso é que eu canto
Não posso parar
Por isso essa voz
Essa voz tamanha
Por isso uma força
Me leva a cantar
Por isso essa força estranha no ar
Por isso é que eu canto
Não posso parar
Por isso essa voz tamanha
segunda-feira, janeiro 12, 2009
By Drumond de Andrade
Desejo a você...
Fruto do mato
Cheiro de jardim
Namoro no portão
Domingo sem chuva
Segunda sem mau humor
Sábado com seu amor
Filme do Carlitos
Chope com amigos
Crônica de Rubem Braga
Viver sem inimigos
Filme antigo na TV
Ter uma pessoa especial
E que ela goste de você
Música de Tom com letra de Chico
Frango caipira em pensão do interior
Ouvir uma palavra amável
Ter uma surpresa agradável
Cheiro de jardim
Namoro no portão
Domingo sem chuva
Segunda sem mau humor
Sábado com seu amor
Filme do Carlitos
Chope com amigos
Crônica de Rubem Braga
Viver sem inimigos
Filme antigo na TV
Ter uma pessoa especial
E que ela goste de você
Música de Tom com letra de Chico
Frango caipira em pensão do interior
Ouvir uma palavra amável
Ter uma surpresa agradável
Ver a Banda passar
Noite de lua Cheia
Rever uma velha amizade
Ter fé em Deus
Não Ter que ouvir a palavra não
Nem nunca, nem jamais e adeus.
Rir como criança
Ouvir canto de passarinho
Sarar de resfriado
Escrever um poema de Amor
Que nunca será rasgado
Formar um par ideal
Tomar banho de cachoeira
Pegar um bronzeado legal
Aprender um nova canção
Esperar alguém na estação
Queijo com goiabada
Pôr-do-Sol na roça
Uma festa
Um violão
Uma seresta
Recordar um amor antigo
Ter um ombro sempre amigo
Bater palmas de alegria
Uma tarde amena
Calçar
um velho chinelo
Sentar numa velha poltrona
Tocar violão para alguém
Ouvir a chuva no telhado
Vinho branco
Bolero de Ravel
E o carinho meu."
Noite de lua Cheia
Rever uma velha amizade
Ter fé em Deus
Não Ter que ouvir a palavra não
Nem nunca, nem jamais e adeus.
Rir como criança
Ouvir canto de passarinho
Sarar de resfriado
Escrever um poema de Amor
Que nunca será rasgado
Formar um par ideal
Tomar banho de cachoeira
Pegar um bronzeado legal
Aprender um nova canção
Esperar alguém na estação
Queijo com goiabada
Pôr-do-Sol na roça
Uma festa
Um violão
Uma seresta
Recordar um amor antigo
Ter um ombro sempre amigo
Bater palmas de alegria
Uma tarde amena
Calçar
um velho chineloSentar numa velha poltrona
Tocar violão para alguém
Ouvir a chuva no telhado
Vinho branco
Bolero de Ravel
E o carinho meu."
domingo, dezembro 21, 2008
São Minhas as
Reflexões
Em poucos dias estaremos celebrando o Natal.
Em pouco tempo mais um Ano se acaba e outro se anuncia.
E assim, celebramos, comemoramos, bebemos, comemos e choramos por mais um ciclo que se completa, por mais uma etapa das nossas vidas.
2008, já no seu primeiro dia chegou e um baita susto.
Saúde abalada. As drogas potentes usadas servem para debelar a crise e seqüelar o organismo. O cigarro, nunca foi um companheiro, apenas uma má companhia.
Perdemos o amigo-irmão querido. O céu ganhou um anjo de asa quebrada, Manoel.
Profissionalmente, foi uma queda de efeito dominó.
Perdemos eleição, clientes, posições sociais e dinheiro. Doeu demais.
E choramos juntos! Descobrimos que perder faz parte do jogo.
Contudo foi o Ano par para a minha vida.
Recebi de volta meu filho mais adulto, mais maduro. Depois de uma viagem de 15 meses pelo mundo. Voltou um Homem, um Cidadão. E eu que só pedia a Deus sabedoria para criá-lo, de tal forma, que ele crescesse um grande amigo e companheiro. O Senhor do Universo leu muito além todos os desejos do meu coração, nesse sentido. Findamos o ano como sempre: mãe e filho, filho e mãe, tentando, através do diálogo e na maioria das vezes entre lágrimas e soluços entender nossos conflitos, superando-os sempre com compreensão e solidariedade. Eu te amo filho e agradeço diariamente a Deus por você existir na minha vida. Nós sabemos que nada acontece por acaso.
Convivi e tentei, ao meu modo, ser e me sentir feliz, da maneira que o destino quis, ao lado da pessoa que eu amo que sempre amei e que hoje, aos 51 anos de idade - meu filho já com 23- do alto da minha maturidade, percebo que vivi e ainda vivo o real, verdadeiro e maior amor da minha vida. Um amor incondicional que sobrevive no meu coração de tantas batidas. E se perseguimos a perfeição para garantir eficiência nas coisas do dia-a-dia da Vida, as convenções, sobretudo, as socais estabelecidas pelos homens, não obedecem à lógica de um coração. Por isso jamais me sentir transgressora ou devedora por esse amor, por esse sentimento. Eu te amo Eduardo e agradeço diariamente a Deus pelo dia que você cruzou a minha vida e fez o meu destino tomar um caminho cheio de surpresas, desafios, superações e aprendizagem. Nós aprendemos caminhando por ele.
Estive mais perto da minha família, como se alguma vez tivesse estado longe, mesmo não estando presente. Como mãe, pude compreender as alegrias, dores e lágrimas da minha mãe. Ainda assim, continuo tendo com ela as mesmas atitudes de uma filha, apenas. A filha com quem ela se preocupa se parou de fumar, se está bebendo ou se não está bebendo, se vai chegar cedo ou se vai demorar, arruma a minha cama e pisa mansinho pelo corredor pra eu não acordar. E acordada eu já estou. Como mãe descobrir que mãe é um Ser esquisito. Sente o que ninguém sente por ela. Pude saber o peso dessa sensação através da minha própria mãe, que sabe ler em mim, uma dor, uma lágrima, uma ausência. Dona Maria, se eu pudesse voltar ao tempo, eu faria o tempo parar só para não lhe ver chorar numa estação. Amo-te demais Minha Mãe.
Quando meu filho era criança, eu queria explicar a ele que nós é que dávamos sentido a nossa vida, para que ela fosse alegre e feliz. Que os bons e honestos amigos, são também a nossa família, que a vovó Alzira era a sua avó sem nunca ter sido minha mãe... Ai foi lançado o musical “Casa de Brinquedos” e como não exista CD, eu coloquei um gravador ao lado do som da TV para que gravasse em fita o texto do Fernando Faro que é uma descrição poética de como você pode dar sentido, dar vida as coisas. O texto foi narrado pelo ator de cabelos branquinho, Dionísio Azevedo, ele parecia o papai Noel. Com parte desse texto eu encerro esse meu momento de reflexão de final de ano. Leiam que é muito Lindo!
By Fernando Faro.
“...E eu queria lhe dizer uma coisa: não esqueça filho.
Uma rosa não é uma rosa. Uma rosa é o amanhã,
Uma mulher o canto de um homem.
Uma rosa é uma invenção sua.
O mundo é uma invenção sua.
Você lhe dá sentido. Você o faz bonito. Você cobre de cores.
Um brinquedo, o que é um brinquedo?
Duas ou três partes de plástico, de lata...
Uma matéria fria, sem alegria, sem História...
Mas não é isso, não é, Filho?
Porque você lhe dá vida,
Você faz ele voar, viajar...”
Que tenhamos um Natal em família.
Com saúde. Solidariedade. Paz.
E 2009 com alegria, saúde e prosperidade.
Que continuemos a ser as pessoas que somos: imperfeitas, mas com a alma e o coração generosos.
Sula Maciel.dez/2008
Em poucos dias estaremos celebrando o Natal.
Em pouco tempo mais um Ano se acaba e outro se anuncia.
E assim, celebramos, comemoramos, bebemos, comemos e choramos por mais um ciclo que se completa, por mais uma etapa das nossas vidas.
2008, já no seu primeiro dia chegou e um baita susto.
Saúde abalada. As drogas potentes usadas servem para debelar a crise e seqüelar o organismo. O cigarro, nunca foi um companheiro, apenas uma má companhia.
Perdemos o amigo-irmão querido. O céu ganhou um anjo de asa quebrada, Manoel.
Profissionalmente, foi uma queda de efeito dominó.
Perdemos eleição, clientes, posições sociais e dinheiro. Doeu demais.
E choramos juntos! Descobrimos que perder faz parte do jogo.
Contudo foi o Ano par para a minha vida.
Recebi de volta meu filho mais adulto, mais maduro. Depois de uma viagem de 15 meses pelo mundo. Voltou um Homem, um Cidadão. E eu que só pedia a Deus sabedoria para criá-lo, de tal forma, que ele crescesse um grande amigo e companheiro. O Senhor do Universo leu muito além todos os desejos do meu coração, nesse sentido. Findamos o ano como sempre: mãe e filho, filho e mãe, tentando, através do diálogo e na maioria das vezes entre lágrimas e soluços entender nossos conflitos, superando-os sempre com compreensão e solidariedade. Eu te amo filho e agradeço diariamente a Deus por você existir na minha vida. Nós sabemos que nada acontece por acaso.
Convivi e tentei, ao meu modo, ser e me sentir feliz, da maneira que o destino quis, ao lado da pessoa que eu amo que sempre amei e que hoje, aos 51 anos de idade - meu filho já com 23- do alto da minha maturidade, percebo que vivi e ainda vivo o real, verdadeiro e maior amor da minha vida. Um amor incondicional que sobrevive no meu coração de tantas batidas. E se perseguimos a perfeição para garantir eficiência nas coisas do dia-a-dia da Vida, as convenções, sobretudo, as socais estabelecidas pelos homens, não obedecem à lógica de um coração. Por isso jamais me sentir transgressora ou devedora por esse amor, por esse sentimento. Eu te amo Eduardo e agradeço diariamente a Deus pelo dia que você cruzou a minha vida e fez o meu destino tomar um caminho cheio de surpresas, desafios, superações e aprendizagem. Nós aprendemos caminhando por ele.
Estive mais perto da minha família, como se alguma vez tivesse estado longe, mesmo não estando presente. Como mãe, pude compreender as alegrias, dores e lágrimas da minha mãe. Ainda assim, continuo tendo com ela as mesmas atitudes de uma filha, apenas. A filha com quem ela se preocupa se parou de fumar, se está bebendo ou se não está bebendo, se vai chegar cedo ou se vai demorar, arruma a minha cama e pisa mansinho pelo corredor pra eu não acordar. E acordada eu já estou. Como mãe descobrir que mãe é um Ser esquisito. Sente o que ninguém sente por ela. Pude saber o peso dessa sensação através da minha própria mãe, que sabe ler em mim, uma dor, uma lágrima, uma ausência. Dona Maria, se eu pudesse voltar ao tempo, eu faria o tempo parar só para não lhe ver chorar numa estação. Amo-te demais Minha Mãe.
Quando meu filho era criança, eu queria explicar a ele que nós é que dávamos sentido a nossa vida, para que ela fosse alegre e feliz. Que os bons e honestos amigos, são também a nossa família, que a vovó Alzira era a sua avó sem nunca ter sido minha mãe... Ai foi lançado o musical “Casa de Brinquedos” e como não exista CD, eu coloquei um gravador ao lado do som da TV para que gravasse em fita o texto do Fernando Faro que é uma descrição poética de como você pode dar sentido, dar vida as coisas. O texto foi narrado pelo ator de cabelos branquinho, Dionísio Azevedo, ele parecia o papai Noel. Com parte desse texto eu encerro esse meu momento de reflexão de final de ano. Leiam que é muito Lindo!
By Fernando Faro.
“...E eu queria lhe dizer uma coisa: não esqueça filho.
Uma rosa não é uma rosa. Uma rosa é o amanhã,
Uma mulher o canto de um homem.
Uma rosa é uma invenção sua.
O mundo é uma invenção sua.
Você lhe dá sentido. Você o faz bonito. Você cobre de cores.
Um brinquedo, o que é um brinquedo?
Duas ou três partes de plástico, de lata...
Uma matéria fria, sem alegria, sem História...
Mas não é isso, não é, Filho?
Porque você lhe dá vida,
Você faz ele voar, viajar...”
Que tenhamos um Natal em família.
Com saúde. Solidariedade. Paz.
E 2009 com alegria, saúde e prosperidade.
Que continuemos a ser as pessoas que somos: imperfeitas, mas com a alma e o coração generosos.
Sula Maciel.dez/2008
sexta-feira, julho 25, 2008
Amiga Bite
Saudando a mais nova Blogueira do pedaço, minha miguinha Juraci Mosso. Ela garante textos deliciosos sobre a "terrinha", Belém do Pará, suas plantas, suas ervas, cheiros, matos e encantos. Para acessar o blog da Jura é só clicar em http://devoltaabelem.blogspot.com/
Tim Tim amiga Bite!
Tim Tim amiga Bite!
sábado, maio 17, 2008
E o Velho Chico...
Muito boa a segunda edição do Guia de Vinhos Quatro Rodas.
Não foi chamada de Capa. Merecia! A matéria de três páginas, assinada por Andrew Downie, by New York Times traz informações sobre o potencial de crescimento dos vinhos produzidos, no Vale do Velho Chico, a partir de investimento em tecnologia!
Eita vinho bão!
É lá do sertão.
Tim Tim.
sábado, março 08, 2008
By Sinatra
All the Way
" When somebody loves you, it's no good unless he loves you
All the way
Happy to be near you when you need someone to cheer you
All the way
Taller then the tallest tree is, that's how it's got to feel
Deeper than the deep blue sea is, that's how deep it goes if it's real.
When somebody needs you, it"s no good unless he needs you
All the way
Through the good or lean years, and for all the in between years
Come what mayWho knows where the road will lead us only a fool would say
But if you let me love you, it's for sure I'm gonna love you
All the way
All the way"
quarta-feira, fevereiro 13, 2008
quinta-feira, janeiro 31, 2008
Pneumotórax
By Manoel Bandeira
"Febre, hemoptise, dispnéia e suores noturnos.
A vida inteira que podia ter sido e que não foi.
Tosse, tose, tosse.
Mandou chamar o médico:
- Diga trinta e três.
- Trinta e três...Trinta e três...Trinta e três...
- Respire
O senhor tem uma escavação no pulmão esquerdo e o pulmão direito infiltrado.
- Então, doutor, não é possivel tentar o pneumotórax?
Não. a única coisa a fazer é tocar um tango argentino."
By Manoel Bandeira
"Febre, hemoptise, dispnéia e suores noturnos.
A vida inteira que podia ter sido e que não foi.
Tosse, tose, tosse.
Mandou chamar o médico:
- Diga trinta e três.
- Trinta e três...Trinta e três...Trinta e três...
- Respire
O senhor tem uma escavação no pulmão esquerdo e o pulmão direito infiltrado.
- Então, doutor, não é possivel tentar o pneumotórax?
Não. a única coisa a fazer é tocar um tango argentino."
quarta-feira, janeiro 23, 2008
Momento...
"Eu te desejo não parar tão cedo, pois, toda idade tem prazer e medo
E com os que erram feio e bastante que Você consiga ser tolerante.
Quando você ficar triste, que seja por um dia e não o ano inteiro
E que você descubra que rir é bom. Mas, que rir de tudo é desespero.
Desejo que você tenha a quem Amar, e quando estiver bem cansado ainda exista amor para recomeçar, para recomecar!
Eu te desejo muitos amigos. Mas, que em você possa confiar, e que tenha até inimigos pra você não deixar de duvidar.
Desejo que você ganhe dinheiro, pois, é preciso viver também,
E que você diga a ele pelo menos uma vez quem é mesmo o dono de quem"
"Eu te desejo não parar tão cedo, pois, toda idade tem prazer e medo
E com os que erram feio e bastante que Você consiga ser tolerante.
Quando você ficar triste, que seja por um dia e não o ano inteiro
E que você descubra que rir é bom. Mas, que rir de tudo é desespero.
Desejo que você tenha a quem Amar, e quando estiver bem cansado ainda exista amor para recomeçar, para recomecar!
Eu te desejo muitos amigos. Mas, que em você possa confiar, e que tenha até inimigos pra você não deixar de duvidar.
Desejo que você ganhe dinheiro, pois, é preciso viver também,
E que você diga a ele pelo menos uma vez quem é mesmo o dono de quem"
quarta-feira, agosto 15, 2007
Vinho sem frescura
Por Josimar Melo, revista Simples, editora Abril.
Ele começa escrevendo que "Para saber escolher um bom vinho, não é preciso ser um estudioso.
O segredo é beber para conhecer..." Lendo-o, muito bommmmmmm, transcrevo apenas uma parte, de uma feliz comparação onde nos mostra que não precisa esnobar para gostar. Vamos ao texto, melhor, parte dele. " Da mesma forma como faz o cervejeiro, aquele que quer beber vinhos com freqüência não precisa começar pelos livros ou pelos cursos, mas pelo seu próprio prazer. É seu paladar, seu gosto, que dirá aquilo que o agrada, o tipo de vinho que prefere.
Isso não quer dizer que, uma vez experimentado um vinho que agrada, o bebedor vá ficar a vida inteira amarrado nele. Em primeiro lugar, porque o gosto, bem como o vinho, evolui – os habitantes da Grécia antiga bebiam vinho misturado com especiarias e água, o que não mudou muito durante a Idade Média, mas já não acontece hoje (a não ser em coquetéis e ponches). Depois, a oferta agora é tão variada que dificilmente alguém gosta somente de um tipo de vinho – a tendência é termos várias preferências. Mas, para começar, não é mau identificar os vinhos que agradaram o paladar – pode até tomar nota de seu nome –, da mesma forma que convém ir memorizando aqueles que desagradaram, para que sejam evitados. O apreciador curioso terá cada vez mais prazer, cada vez que vai ao supermercado ou à importadora, ao comprar uma garrafa daquele vinho que já sabe que aprecia, e ao mesmo tempo comprar uma outra que não conhece (seja pega ao acaso, seja por indicação de amigos ou de algum artigo na imprensa especializada). É muito gostoso experimentar um vinho novo, cotejá-lo com suas preferências. Se gostar, vai para a lista dos que você poderá pedir numa próxima compra ou no restaurante. Senão, vai para a lista negra"
Quer saber mais?
Revista Simples!
Por Josimar Melo, revista Simples, editora Abril.
Ele começa escrevendo que "Para saber escolher um bom vinho, não é preciso ser um estudioso.
O segredo é beber para conhecer..." Lendo-o, muito bommmmmmm, transcrevo apenas uma parte, de uma feliz comparação onde nos mostra que não precisa esnobar para gostar. Vamos ao texto, melhor, parte dele. " Da mesma forma como faz o cervejeiro, aquele que quer beber vinhos com freqüência não precisa começar pelos livros ou pelos cursos, mas pelo seu próprio prazer. É seu paladar, seu gosto, que dirá aquilo que o agrada, o tipo de vinho que prefere.
Isso não quer dizer que, uma vez experimentado um vinho que agrada, o bebedor vá ficar a vida inteira amarrado nele. Em primeiro lugar, porque o gosto, bem como o vinho, evolui – os habitantes da Grécia antiga bebiam vinho misturado com especiarias e água, o que não mudou muito durante a Idade Média, mas já não acontece hoje (a não ser em coquetéis e ponches). Depois, a oferta agora é tão variada que dificilmente alguém gosta somente de um tipo de vinho – a tendência é termos várias preferências. Mas, para começar, não é mau identificar os vinhos que agradaram o paladar – pode até tomar nota de seu nome –, da mesma forma que convém ir memorizando aqueles que desagradaram, para que sejam evitados. O apreciador curioso terá cada vez mais prazer, cada vez que vai ao supermercado ou à importadora, ao comprar uma garrafa daquele vinho que já sabe que aprecia, e ao mesmo tempo comprar uma outra que não conhece (seja pega ao acaso, seja por indicação de amigos ou de algum artigo na imprensa especializada). É muito gostoso experimentar um vinho novo, cotejá-lo com suas preferências. Se gostar, vai para a lista dos que você poderá pedir numa próxima compra ou no restaurante. Senão, vai para a lista negra"
Quer saber mais?
Revista Simples!
sábado, julho 28, 2007
terça-feira, abril 24, 2007
Veneno do Jarro.
Segundo relato de Omar Khayyan, na corte do rei Persa, Jamsheed, onde as uvas eram conservadas em jarros para consumo fora da estação, certa vez, de um dos jarros começou a exalar um cheiro " estranho" e as uvas que ali estavam produziam espumas. O rei então, determinou que o jarro fosse colocado do lado de fora do palácio para evitar que alguém bebesse e se envenenasse. Conta a lenda que uma das jovens do harém, sofrendo fortes dores de cabeça, resolveu suicidar-se bebendo o chamado "veneno do jarro". Só que a beberagem não a matou! Muito pelo contrário, lhe trouxera a paz e um sono profundo que mais tarde devolve-lhe as forças. Após ouvir tal o relato o Rei determinou que fizessem uma quantidade maior do espumante para ele e sua corte tomarem em abundância. E assim conta-se mais uma das tantas histórias sobre a celebração do/com Vinhos.
Segundo relato de Omar Khayyan, na corte do rei Persa, Jamsheed, onde as uvas eram conservadas em jarros para consumo fora da estação, certa vez, de um dos jarros começou a exalar um cheiro " estranho" e as uvas que ali estavam produziam espumas. O rei então, determinou que o jarro fosse colocado do lado de fora do palácio para evitar que alguém bebesse e se envenenasse. Conta a lenda que uma das jovens do harém, sofrendo fortes dores de cabeça, resolveu suicidar-se bebendo o chamado "veneno do jarro". Só que a beberagem não a matou! Muito pelo contrário, lhe trouxera a paz e um sono profundo que mais tarde devolve-lhe as forças. Após ouvir tal o relato o Rei determinou que fizessem uma quantidade maior do espumante para ele e sua corte tomarem em abundância. E assim conta-se mais uma das tantas histórias sobre a celebração do/com Vinhos.
Descobertas Arqueológicas.
" Pesquisas arqueologicas evidenciaram que o vinho acompanha a humanidade desde os seus primórdios. A parreira vinífera parece ter a sua origem na região onde atualmente existem os territórios da Turquia, Armênia e Geórgia, que foram colonizadas há 9 mil anos pelos hititas, anatólios e armênios.
Em escavações feitas em sítios arqueológicos, nestes locais, foram encontrados vestígios das mais antigas videiras cultivadas conhecidas, datadas de 7 mil a.c. Daí a viticultura difundiu-se em direção ao Mediterrâneo, estabelecendo-se em Canaã e na Fenícia. Outros povos antigos também tem grande participação na história do vinho como os egipcios, gregos e romanos. Nestas sociedades o vinho era elemento importante da alimentação, da medicina e dos rituais religiosos, como no culto a Dionisio e Baco."
Por Noé. A Parreira teria sido a primeira planta cultivada por Noé após o Dilúvio. Coincidência ou não, há relatos de que a arca de Nóe parou nas "Montanhas deo Ararat" num ponto entre a Turquia e a Armênia hoje, fato que reforça a teoria de que o Vinho surgiu na região de Cáucaso, ainda que a história de Nóe seja considerada uma lenda.
Os Egipcios não só bebiam como usavam o vinho para purificar o altar e a vítima nos sacrificios religiosos. Além disso, jarras de vinho faziam parte dos tesouros que deveriam acompanhar as múmias reais. Na tumba de Tutancâmon, foram encontradas 36 ânforas das quais 33 tinham o nome do vinhateiro-chefe, e destas, 26 "rotuladas" traziam informações como: origem, idade e classificações "doces","novos" ou de "ótima qualidade" da bebida.
Na Grécia, Dionisio, deus da colheita e da fertilidade foi, à princípio repudiado pela aristocracia que considerava sua embriaguez fora dos padrões estéticos, mas acabou integrado ao Panteão dos deuses.
O ritual dionisiano tinha um aspecto tão grandioso em determinadas épocas do ano - agitado pelo excesso de vinho bebido, que deu origem ao Teatro Grego.
" Pesquisas arqueologicas evidenciaram que o vinho acompanha a humanidade desde os seus primórdios. A parreira vinífera parece ter a sua origem na região onde atualmente existem os territórios da Turquia, Armênia e Geórgia, que foram colonizadas há 9 mil anos pelos hititas, anatólios e armênios.
Em escavações feitas em sítios arqueológicos, nestes locais, foram encontrados vestígios das mais antigas videiras cultivadas conhecidas, datadas de 7 mil a.c. Daí a viticultura difundiu-se em direção ao Mediterrâneo, estabelecendo-se em Canaã e na Fenícia. Outros povos antigos também tem grande participação na história do vinho como os egipcios, gregos e romanos. Nestas sociedades o vinho era elemento importante da alimentação, da medicina e dos rituais religiosos, como no culto a Dionisio e Baco."
Por Noé. A Parreira teria sido a primeira planta cultivada por Noé após o Dilúvio. Coincidência ou não, há relatos de que a arca de Nóe parou nas "Montanhas deo Ararat" num ponto entre a Turquia e a Armênia hoje, fato que reforça a teoria de que o Vinho surgiu na região de Cáucaso, ainda que a história de Nóe seja considerada uma lenda.
Os Egipcios não só bebiam como usavam o vinho para purificar o altar e a vítima nos sacrificios religiosos. Além disso, jarras de vinho faziam parte dos tesouros que deveriam acompanhar as múmias reais. Na tumba de Tutancâmon, foram encontradas 36 ânforas das quais 33 tinham o nome do vinhateiro-chefe, e destas, 26 "rotuladas" traziam informações como: origem, idade e classificações "doces","novos" ou de "ótima qualidade" da bebida.
Na Grécia, Dionisio, deus da colheita e da fertilidade foi, à princípio repudiado pela aristocracia que considerava sua embriaguez fora dos padrões estéticos, mas acabou integrado ao Panteão dos deuses.
O ritual dionisiano tinha um aspecto tão grandioso em determinadas épocas do ano - agitado pelo excesso de vinho bebido, que deu origem ao Teatro Grego.
História do Vinho.
Taí um assunto empolgante.
Repleto de descobertas, lendas, acasos e associações, o assunto é tão interessante quanto a bebida. Passando as vistas no Jornal do Vale do Paraíba, encontro na coluna "Prazeres do Vinho" texto do Eder Teixeira Cardoso, da Associação Brasileira de Sommeliers em SJC sobre "Uma breve história do vinho", que reproduzo, com as devidas aspas, e por partes, neste blog.
Uma Nem Tão Breve História!
"- O vinho é por definição o produto da fermentação alcoólica do suco de uva. Este é um fenômeno que ocorre espontaneamente na natureza por ação de leveduras selvagens. É de se imaginar que o homem primitivo tenha tido o primeiro contato com o vinho por mera casualidade ao ingerir o produto da fermentação de uvas que foram esquecidas em um recipiente..."
Taí um assunto empolgante.
Repleto de descobertas, lendas, acasos e associações, o assunto é tão interessante quanto a bebida. Passando as vistas no Jornal do Vale do Paraíba, encontro na coluna "Prazeres do Vinho" texto do Eder Teixeira Cardoso, da Associação Brasileira de Sommeliers em SJC sobre "Uma breve história do vinho", que reproduzo, com as devidas aspas, e por partes, neste blog.
Uma Nem Tão Breve História!
"- O vinho é por definição o produto da fermentação alcoólica do suco de uva. Este é um fenômeno que ocorre espontaneamente na natureza por ação de leveduras selvagens. É de se imaginar que o homem primitivo tenha tido o primeiro contato com o vinho por mera casualidade ao ingerir o produto da fermentação de uvas que foram esquecidas em um recipiente..."
Obra do acaso. A fusão natural fez com que o doce líquido se transformasse em alcool vínico. Ainda que não soubesse, nem mesmo entendesse do processo, o Homem, ao sentir o sabor, gostou do líquido e passou a bebê-lo!
segunda-feira, março 19, 2007
Thanks
Tudo bem que o blog não é social, embora trate de um tema altamente. Para mim que amo de paixão uma badalação, não posso deixar de registrar o suave mimo do "fessor" Afonso Klautau. Afonso me presenteou, em alto estilo, com duas garrafas do La Dorni, branco e tinto. Para quem ainda não conhece o La Dorni é um vinho desalcoolizado. Thanks mestre!
Tudo bem que o blog não é social, embora trate de um tema altamente. Para mim que amo de paixão uma badalação, não posso deixar de registrar o suave mimo do "fessor" Afonso Klautau. Afonso me presenteou, em alto estilo, com duas garrafas do La Dorni, branco e tinto. Para quem ainda não conhece o La Dorni é um vinho desalcoolizado. Thanks mestre!
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